Pesquisar este blog

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Problemas não-sexuais que podem causar distúrbios sexuais


-A depressão pode levar a uma diminuição do desejo sexual e alguns medicamentos antidepressivos, embora útil e às vezes indispensável, pode causar uma perda de libido ou dificuldade ou incapacidade de atingir o orgasmo. Em geral, pode afetar toda a sexualidade feminina.

-A presença de uma relação não é claro e não contra a aceitação do próprio corpo pode conduzir a distúrbios sexuais, como no caso de transtornos alimentares .

-O estresse crônico , como o trabalho, que pode levar a problemas no nível do desejo, a capacidade de negligência, a capacidade de experimentar o orgasmo, mesmo com dor possível.

-A presença de altos níveis de ansiedade pode inibir a presença do desejo sexual e torná-lo difícil de abandonar.

-Problemas dos pares , especialmente se caracteriza pela tensão, ressentimento, agressão expressa em forma direta ou indireta, pode afetar a intimidade total do casal, e depois também ao nível da vida sexual.

-Problemas ginecológicos : infecções, irritações e outros distúrbios ginecológicos pode criar a dor durante a relação sexual, dor, por sua vez, pode levar a reforço muscular e, assim, um aumento na própria dor. A dor assim aumentada, finalmente, pode levar à inibição do desejo sexual, a fim de não sofrer ainda mais a dor.

-Os problemas médicos . Muitas condições médicas podem causar distúrbios sexuais em diferentes níveis, mas sobretudo do lado do desejo sexual. Algumas destas doenças são como se segue: Os tumores metastáticos intestinais carcinóides, certos distúrbios endócrinos, insuficiência renal crónica, a cirrose do fígado e epatice, diabetes, esclerose múltipla, lesão da medula espinal, lesão cerebral traumática, doença de Parkinson, doença de Alzheimer, uma doença debilitante ou devido a dor crônica,

-Drogas : Alguns dos seguintes: anti-hipertensivos, antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos, anti-inflamatórios esteróides.

Ref: http://www.sessualitafemminile.com/

CFM entra na Justiça contra União por restrição no acesso à mamografia para mulheres com menos de 50 anos


O Conselho Federal de Medicina (CFM) ingressou nesta sexta-feira (14), na Justiça Federal, em Brasília, com uma ação civil pública com pedido de tutela antecipada contra a União em defesa da ampliação do acesso das mulheres aos exames de prevenção e de diagnóstico do câncer de mama. O questionamento tem como foco a portaria do Ministério da Saúde nº 1.253, de 12 de novembro de 2013, que garante o custeio dos procedimentos de mamografia bilateral para rastreamento somente executado em mulheres com idades entre 50 a 69 anos.

Por meio da concessão da tutela antecipada, o CFM espera que a Justiça determina à União, no âmbito do Sistema Único de Saúde, que garanta o acesso ao exame de mamografia bilateral em todos os Estados às pessoas a partir dos 40 anos de idade. O pedido do Conselho contesta a decisão do Ministério da Saúde, que, com seu ato, prejudicou mulheres abaixo dos 50 anos, que teriam garantido o direito apenas à mamografia unilateral.

Para o CFM, a Portaria do Ministério da Saúde conflita com as determinações da lei nº 11.664, de 29 deabril de 2008. O texto aprovado pelo Congresso dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A exclusão das mulheres dessa faixa etária, até 49 anos, de realizarem mamografia diagnóstica no Sistema Único de Saúde (SUS), nada mais é do que um retrocesso social, ferindo um dos Princípios Constitucionalmente protegidos. A proteção dos direitos sociais deve considerar o direito adquirido e combater as medidas restritivas aos direitos fundamentais, preservando todas as conquistas existentes”, ressaltou o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

Agressão à legislação - Pela lei, as ações de saúde relacionadas ao combate e tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama são asseguradas, em todo o território nacional, nos termos desta Lei, ficando o SUS obrigado a oferecer a assistência integral à saúde da mulher, incluindo amplo trabalho informativo e educativo sobre a prevenção, a detecção, o tratamento e controle, ou seguimento pós-tratamento, das doenças. A norma ainda explicita que o exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos deve ser assegurado.

No entendimento do CFM, o Ministério da Saúde agrediu a lei e expôs as mulheres mais jovens a situação de risco, limitando o acesso à mamografia bilateral. Recentemente, em parceria com o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Conselho Federal divulgou nota de repúdio às mudanças implementadas pelo Ministério.

Na nota conjunta, divulgada no Dia Nacional da Mamografia (5 de fevereiro), as entidades chamaram atenção do Governo e da sociedade para o problema: “A mamografia é um exame que exige a comparação das duas mamas. Com a publicação da Portaria, pode-se interpretar que é possível realizar a mamografia unilateral. Mas não há como selecionar um dos lados a examinar sendo que a lesão procurada muitas vezes não é palpável. Tampouco se pode admitir a espera de que o tumor cresça para se examinar a mama com maior chance de câncer. Além disso, a chamada mamografia unilateral reduziria pela metade o número de casos diagnosticados. Se este impropério continuar, será inevitável o aumento de mortes e de retirada de seios (mastectomias) que poderiam ser evitadas”, avisam.

Indicadores - O câncer de mama é a mais frequente e principal causa de morte por câncer em mulheres no Brasil e no mundo. A mamografia é o principal exame para detectá-lo precocemente. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que 57 mil novos casos sejam diagnosticados no país em 2014. De forma geral, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem ressaltado a necessidade de prevenção às neoplasias, doença que deve atingir 24 milhões de pessoas até 2035.

 Para a Comissão Nacional de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia, há estudos regionais que comprovam grande incidência desse tipo de câncer em mulheres de 40 a 49 anos. Na nota divulgada, as entidades argumentam que “diante do subfinanciamento da saúde no Brasil, com a diminuição progressiva da participação da União no custeio do SUS e consequente oneração dos municípios, na prática, a portaria 1.243/13 nega às mulheres com até 49 anos a prevenção e o tratamento precoce do câncer de mama”.

A incidência global do câncer de mama aumenta progressivamente. De 641.000 casos, em 1980, passou para 1.643.000, em 2010, sendo responsável por 27% dos novos casos de câncer diagnosticados em mulheres. Desse total, cerca de dois terços ocorreram em mulheres acima de 50 anos, principalmente nos países desenvolvidos.  Já nas mulheres abaixo dos 50 anos (entre 15 e 49 anos), a incidência de câncer de mama foi duas vezes maior nos países em desenvolvimento, conforme dados da Comissão Nacional de Mamografia. Estando o Brasil no grupo de países em desenvolvimento, a população abaixo dos 50 anos está ainda mais exposta ao risco.

No Brasil, de acordo com o Inca, a mamografia e o exame clínico das mamas (ECM) são os métodos preconizados para o rastreamento na rotina da atenção integral à saúde da mulher. O Instituto de Câncer (Inca) recomenda que o exame seja feito a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica. O Inca calcula que câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

Se diagnosticado e tratado precocemente, os resultados são razoavelmente bons. Antes dos 35 anos, a doença é relativamente rara. Acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente.  Em 2010, no Brasil, morreram 12.705 mulheres e 147 homens em decorrência do câncer de mama. Em 2011, foram 13.225 mortes pela doença.

A mamografia é o único método de rastreamento que demonstrou ser capaz de promover uma redução absoluta da mortalidade nos casos de câncer de mama (em torno de 50%). Apesar de a incidência ser menor nas mulheres com menos de 49 anos, os tumores têm crescimento rápido. Pesquisas internacionais concluíram que quase 20% das mortes por câncer de mama e 34% dos anos de expectativa de vida perdidos por câncer de mama ocorreram em mulheres abaixo de 50 anos.

Resposta ao Ministério – Após a entrada na Justiça, o Ministério da Saúde divulgou nota (leia a íntegra) onde insinua que a ação se baseia em falsas informações, sem lastro científico. O CFM rebateu os comentários e afirmou, por meio de comunicado à imprensa, onde repudia o posicionamento do Governo ao questionar decisões tomadas que têm trazido prejuízos às mulheres nos campos da prevenção e do diagnostico precoce do câncer de mama.

Para o CFM, se esta Portaria for mantida, “será inevitável o aumento de mortes e de retirada de seios (mastectomias) que poderiam ser evitadas”. Diante dos comentários indevidos do Ministério da Saúde, o CFM reitera sua indignação pelos equívocos cometidos e estuda a adoção de outras medidas judiciais cabíveis.


Ref: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24489%3Acfm-entra-na-justica-contra-a-uniao-por-conta-de-restricao-no-acesso-a-mamografia-para-mulheres-com-menos-de-50-anos-&catid=3%3Aportal&Itemid=1

Torne o hábito de beber água mais divertido

Aumente sua hidratação sem reclamar da falta de gosto ou de cor da bebida saudável



Beber dois litros de água por dia pode ser uma tarefa difícil, até mesmo quando o clima esquenta, no caso de quem não cultiva o hábito. Sucos e refrigerantes acabam ganhando destaque como opções mais atrativa, o que prejudica o metabolismo. "A água elimina as toxinas do organismo, protege o corpo contra doenças e até aumenta a resistência física", diz a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. Pensando em aumentar sua vontade de beber água, seguem algumas dicas para tornar esse hábito mais divertido e saboroso: 

Adicione frutas à água

Que tal acrescentar textura ao seu copo d'água? A nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo, afirma que você pode acrescentar frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida, que ganha o sabor da fruta de maneira bem leve e até parte das vitaminas. "Pode ser adicionado abacaxi picado, cascas de laranja ou limão, maçã picada, uvas, carambola ou mesmo ervas como capim cidreira, hortelã, canela em pau e cravo", afirma. 


Dê um sabor com suco concentrado


Para quem reclama que a água não tem gosto, a dica é acrescentar suco concentrado de frutas. "Opte sempre pelas opções sem açúcar e não exagere nas quantidades, pois é só para dar um leve sabor e facilitar a digestão", afirma a nutricionista Roseli. A proporção ideal é um litro de água para 200ml do suco. 

Faça cubos de gelo divertidos

Se você gosta de água bem gelada, experimente fazer cubos de gelo com pedaços de frutas dentro. O efeito fica muito bonito e você ainda pode impressionar os convidados com uma bebida simples, mas cheia de estilo. Experimente usar framboesa, amora, morango, uva, kiwi ou outra fruta de sua preferência. E não se preocupe: quando o gelo derreter, é só comer a fruta.  

Transforme em uma bebida gaseificada


Se você é fã dos refrigerantes, experimente acrescentar um pouco de água com gás à água tradicional e completar com suco concentrado de fruta, só para deixar com um sabor diferente. "Para um litro de água mineral acrescente dois copos de água com gás e dois copos de suco de fruta", diz a nutricionista Roseli. 

Invista em águas de cheiro

Essas bebidas são isentas de calorias e uma ótima opção para aumentar a ingestão de líquidos durante o dia. "É importante lembrar que a água natural não é insubstituível, mas para quem não tem o hábito de tomar a bebida pura essa é uma boa opção, pois tem menos sódio e substâncias químicas", diz a nutricionista Myrla Merlo. A água de rosas e a água de flor de laranjeira são alternativas bem conhecidas. 

Prepare um chá refrescante

Nada como tomar um chá bem gelado para aliviar o calor. "Os chás são excelentes, porque além de hidratarem tem funções que beneficiam a saúde", afirma a nutricionista Roseli. As ervas em infusões podem ser usadas dependendo da necessidade individual, como hortelã e alecrim para digestão, ou chá verde e de hibisco para efeito termogênico. 

Melhore o visual

Em alguns casos, apenas colocar a água em uma jarra bonita ou decorar o copo com guarda-chuvinhas e outros adereços já dão mais ânimo para incluir a bebida no dia a dia. "Tudo é valido pra adquirir o hábito de aumentar o consumo de água, imprescindível para uma vida saudável", afirma Roseli Rossi. Faça preparações especiais para servir a água nas refeições, ela vai ficar mais atraente à mesa. 

POR CAROLINA SERPEJANTE.

USP incorpora dimensão espiritual a tratamento médico



Redação do Diário da Saúde
Depoimentos dos pacientes revelam que eles se sentem mais humanizados com a abordagem espiritualizada. 



Além da neuroquímica

O exercício da medicina e a formação dos médicos raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes.

Isso apesar da lida diária desses profissionais com a saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte.

Para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual.

"O paciente demanda isso", afirma o pesquisador da Faculdade de Medicina da USP.

O Dr. Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica.

Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas - e é essa premissa que guia o programa.
Espiritualidade e saúde

A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. "É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios", explica.

Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade.

Meditação tem efeito de remédio contra inflamações e dores

Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas.
Espiritualidade melhora saúde independentemente da religião
Anamnese espiritual

A abordagem adotada na USP começa com um questionário para mapear o perfil espiritual/religioso de cada paciente.
USP incorpora dimensão espiritual a tratamento médico

A meditação da ioga reduz o estresse severo em 12 minutos. 

Essa sessão - chamada de anamnese espiritual - por si só já apresenta uma função terapêutica ao estimular a reflexão do paciente sobre essas questões.
A seguir, equipe pode sugerir o encaminhamento do paciente a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, ioga e psicoterapia transpessoal - no caso da ioga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.
Se ioga fosse remédio, seria o melhor do mundo, dizem cientistas

O trabalho não envolve práticas religiosas, embora possa ser feita uma intermediação quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino, padre ou pastor.

Ciência e religião

Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, o Dr. Leão relata um grande crescimento na produção científica na área.

"A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí", conclui o médico.
Religião e medicina: Algumas vezes, uma receita com alto poder curativo



Anti-aging - todo cuidado é pouco



Nos  últimos anos  observamos um “boom” de  tratamentos  sensacionalistas e promocionais, muitas vezes garantindo resultados em prazos relativamente curtos.

Entre  estes, destaca-se a abusiva reposição de vitaminas, antioxidantes e hormônios(hormônio. do crescimento,melatonina, testosterona estão na lista dos mais utilizados)  que, usados isoladamente ou associados, promoveriam “rejuvenescimento “  e maior vigor  físico.Porém , em recente estudo, onde foi realizada extensa revisão de todos os estudos científicos ,concluiu-se que  faltam evidencias cientificas que justifiquem a  pratica desta modalidade de tratamento. E, o pior: existe risco  de desenvolver diabetes e até alguns tipos de câncer.

“A utilização criteriosa e racional destes medicamentos pode beneficiar aqueles que ,de fato precisam do tratamento”, ressalta  a Dra. Fátima Regina Vieira Aversari, médica ginecologista e obstetra credenciada da Omint.A Dra. Fátima já realizou inúmero trabalhos científicos  abordando uso de terapia hormonal  desde 1989.”Percebe-se, com o passar dos anos, ,que muita coisa que se fala  não é o que se comprova,porque sempre existirão meios de comunicação e pessoas que visam exclusivamente lucro ,sem pensar nas conseqüências a longo prazo.”

Em recente  parecer, o Conselho Federal de Medicina condena  a pratica deste tipo de Medicina. O documento pode ser acessado pelo portal do CFM (www.portalmedico.com.br)


Dra. Fátima Regina Vieira Aversari


HPV_____Saiba mais.


O HPV (papiloma vírus humano) é um vírus que afeta homens e mulheres e é considerada uma das principais doenças sexualmente transmissíveis (DST).

A transmissão ocorre por fluidos corporais e no contato pelo a pele durante relações sexuais de qualquer tipo. O HPV é altamente contagioso e é possível adquiri-lo em uma única exposição

Esta associado a verrugas genitais (pênis, colo de útero, vagina e vulva) e em verrugas na cavidade oral. Também esta envolvido na gênese do câncer genital (pênis e colo de útero).

É comum que pessoas infectadas pelo HPV não apresentem nenhum sintoma e podem transmitir o vírus sem saber.


Cuidados e Prevenção.

- reduzir o numero de parceiros sexuais – quanto maior o  numero de parceiros, maior o risco de       contrair/transmitir qualquer DST.
- O uso do preservativo é imprescindível
- Se houver suspeita de que o parceiro sexual tenha qualquer DST é altamente recomendável      consultar o   medico.
- Não compartilhar objetos de uso intimo com outras pessoas e fazer higiene de objetos de uso comum e  limpeza de vestiários e sanitários.
- Utilização de vacinas hoje disponíveis
- Converse com seu medico a respeito da preservação da infecção pelo HPV.
         
Melhor prevenir do que remediar!!


Dra. Fátima Regina Vieira Aversari

Clinica e Cirurgia da Mulher___serviços.

Realizamos os seguintes procedimentos em consultório:


Com cobertura de convenio:

-Cauterização
-Cosposcopia
-Vulvoscopia
-Exérese de lesões de vulva/períneo (com anestesia local)
-Consultas


Sem cobertura de convênio*

-Colocação de DIU
-Implantes Hormonais anticoncepcionais
-Correção cirúrgica estética de Pequenos Lábios vaginais.
-Exérese de lesões estéticas de pele (com anestesia local)
-Aplicação de BOTOX e preenchimentos
-Maquiagem definitiva (marcar hora)

Saiba mais entrando em contato – Rua Marques de Itu, 306- cj 74 –  3337-1970
São Paulo/SP

(*)Consulte a tabela de preços e descontos para clientes. Outros procedimentos: consultar a recepção.